Camisetas para o dia da votação

Leandro Demori | Itália 09:54 | 01/09/2010

Boca-de-urna é proibido por lei. Este Braziu, preocupado com a militância carente, resolveu criar camisetas dos dois principais candidatos para que você possa endossar sem medo de cadeia no dia da votação. Além de proporcionar um tremendo embaralho na cabeça do çeu guarda, as estampas também são capazes de resumir com perfeição a coerência política e a clareza de propostas dos postulantes ao cargo de chefe da nação.

Caso interessar a alguém, podemos mandar estampar. (sério)

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“Você contrataria Diuma para gerente da sua empresa?”

Leandro Demori | Itália 15:01 | 24/08/2010

Pegando carona na polêmica do momento, este Braziu quer saber:

Você contrataria Diuma para ser gerente da sua empresa?

Veja os resultados

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No ar | Live blogging: debate entre candidatos à vice-presidência do Brasil

Leandro Demori | Itália 10:10 | 24/08/2010

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Amanhã: live blogging do debate entre candidatos a vice-presidente

Leandro Demori | Itália 16:26 | 23/08/2010

Consegue imaginar coisa mais divertida para uma terça-feira de manhã do que um debate entre Índio da Costa e Michel Temer? Nós sim (várias). Mesmo assim exercitaremos nossa veia democraticagratuitaedequalidade e faremos um live blogging do debate promovido pelo jornal Folha de S. Paulo.

AMANHÃ, terça-feira
10h30 da manhã
DEBATE dos candidatos a VICE ao vivo aqui no blog.

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Live blogging: debate entre presidenciáveis promovido pela Folha de S. Paulo

Leandro Demori | Itália 09:56 | 18/08/2010

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Finja que ouviu: primeiro programa eleitoral no rádio

Leandro Demori | Itália 13:23 | 17/08/2010

Começou hoje e você certamente perdeu. Então leia o nosso resumo, encha a cara hoje à noite e cante de galo na mesa do boteco. [todos os áudios estão aqui]

Dilma – O programa se confunde com o rádio de verdade [win], e o apresentador com voz de Ursinho Pimpão manda abraço pro agricultor, pro caminhoneiro e pra dona-de-casa antes de comparar a Dilma com a mesma. “É um trabalhão cuidar dos filhos e ainda trabalhar fora, né, Dilma?”. Fatalmente o Nosso Guia Presidente Imperador Lula mandou todo mundo votar na Viuma (obedeçam). Ao contrário do programa de Serra, que tocou um forró, o da La Rousseff apostou no sambão. Carnaval > Festa Junina. Vencerá.

Serra – Apresentam o personagem Chico Cego, que conversa com um cara que imita uma espécie de Lula Bêbado (Lula, enfim). Forrozão pegado com Elba Ramalho ou algum outro membro da família Ramalho (98,9% do Nordeste). Programa fala da origem humilde do Serra e do pai que “carregou frutas para que ele pudesse carregar livros”. Burguês fingindo que ama pobre. Se apresentou como economista. Povo dos grotões achará que “economista” é uma doença. Perderá.

Marina – “Nosso planeta Terra é um milagre”, disse, logo de cara. Chamou no EcoJesus já no começo. Nas primeiras frases achei que ela tinha algum problema na fala, mas prefiro encarar como uma estratégia pra ser sexy e chamar os votos dos indecisos — homens e mulheres, em geral, já escolheram entre Serra e Dilma.

Plínio – Começa com um jogral de homem e mulher (Odair e Hilda). Plínio entra e manda abraço pra todo mundo e, prevendo fim do tempo, convida pro próximo programa. Aí vem outro mezzo-jogral que diz: “Plínio parece frágil, mas não é, é uma rocha que lutou contra a ditadura perversa”, seguido de uma repetição robótica que diz “Vote 50, Vote 50, Vote 50, Vote 50″. Antonio La Trippa exulta.

Levy Fidelix – Chama no sertanejão e nos abesórdos dos impostos. Algo como “Arrôis e Feijãum”. “Pão na mesa (pão)”. Fim do programa (meio segundo democrático).

Eymael – Estava ansioso pra saber se o jingle era ainda aquele, AQUELE, que você pode ouvir em todos os ritmos aqui ou em versão de derretimento completo do ser aqui. Delícia de jingle: “Ei, ei, Eymael, um democrata cristão… lá lá lá iá”. O problema é que depois dessa apoteose de emoção ele se apresenta como gaúcho de Porto Alegre. Perderá.

Zé Maria – “A vida não mudou, a maioria ganha pouco e trabalha muito”, diz o locutor, que logo emenda um “Faaaaala Zé Maria” (imagine um TAPA NAS PALETA nesse momento). E ele faaaaala: “U PêTê usa us terríveis anus du PSDB pra mascarar que mudou o país.” Balbucia mais alguma coisa tipo “revolução” ou “requeijão” antes de ser atropelado pelo já clássico bordão: “Contra burguês, vote 16. PSTU.” Não votarei.

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Amanhã: live blogging do debate dos presidenciáveis

Leandro Demori | Itália 12:28 | 17/08/2010

Como sabemos que você tem coisa melhor para fazer às 10h30 da manhã de uma quarta-feira, faremos a gentileza de cobrir o debate dos presidenciáveis promovido pela Folha de S. Paulo de modo totalmente públicogratuitoedequalidade sem que você precise ficar vendo o vídeo da transmissão. Será o primeiro live blogging deste Braziu. Lamentamos as presenças de Dilma, Serra e Marina e a ausência de Plínio Salgado. Até um monólogo do Plínio seria mais interessante do que um debate entre os outros três, mas vamos encarar a situação como sacrifício democrático.

AMANHÃ, quarta-feira
10h30 da manhã
DEBATE PRESIDENCIAL ao vivo aqui no blog.

Ajude a divulgar, OK? OKK

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Cretinice

Leandro Demori | Itália 13:09 | 11/08/2010

O Brasil é um país fantástico por seu imponderável. A fictícia turista holandesa comprou uma bolsa paga com Visa Electron nas areias da praia de Copacabana logo antes de dormir por 48 horas no saguão do Aeroporto Tom Jobim porque os horários dos voos implodiram. A turista holandesa viu o futuro no pagamento com dinheiro de plástico em frente ao mar (de biquíni provavelmente ridículo cobrindo a pele de branca-neve) e achou aquilo fantástico; depois usou a mesma bolsa como travesseiro por 2 dias seguidos e ficou confusa e intrigada.

O imponderável brasileiro é ainda mais fantástico quando pensamos na violência. O Brasil é o país que mais democratizou a bandidagem no universo. A microcriminalidade é exemplar: na periferia de Roma, como na periferia de Paris ou de qualquer outra metrópole, você é avisado: “não vá lá”. “Lá” é um lugar determinado onde a bolsa que você comprou nas areias do Rio — e que serviu de travesseiro durante as 48 horas compulsórias de aeroporto — pode deixar de ser sua. No Brasil não é assim: assaltos existem a qualquer hora do dia e em qualquer lugar. Não podemos dizer “não vá lá”, a violência é democrática demais e o conselho, inútil.

Roma tem grades nas janelas. Qualquer grande cidade do mundo tem. Quando eu morava em uma casa alugada em Porto Alegre, um bandido caiu do teto enquanto eu dormia. Arrancou algumas telhas, quebrou o forro e se estatelou em cima da mesa da cozinha. Encontrou-me pela manhã ainda na cama, de pijamas, se assustou e saiu correndo. Eu corri atrás, até hoje nem sei o motivo. Ninguém mandou eu desafiá-lo com grades.

Paris tem grades nas janelas. Londres tem. Nova Iorque. Como o imponderável é reduzido nessas cidades, as grades trazem mais segurança psicológica do que qualquer outra coisa. No Brasil, as grades não trazem mais nada, já que chove bandido pelos buracos do teto de casa.

Todo o mundo ocidental é mais ou menos igual. Visa Electron, bolsas, aeroportos, grades. Todo político ocidental se comporta de maneira mais ou menos igual, com pequenas diferenças de vergonha na cara que não fazem de uns menos bandidos do que outros, os fazem só mais cuidadosos com o que as pessoas irão pensar.

Lula dá rosa a Dilma em comício em Belo Horizonte e critica William Bonner” [Folha].

A cretinice política brasileira foge do padrão nacional por não ser imponderável. É previsível e até mesmo desejável. A plateia anseia pela crítica à Mídia Má depois que a Nova Pupila foi “interpelada” pelo Jornalista, e o Mentor atende ao chamado. A lógica é a mesma de “O dia que a imprensa vier aí e essa porra tivé fechada… o prejuízo político é maió du que botá dois guarda pá tomá conta…”. É preciso sempre “botá alguém pá tomá conta”, pra condicionar a audiência de que as críticas são sempre injustas, as perguntas são sempre capciosas e os jornalistas são sempre golpistas. Assim você dissolve os problemas de antemão e ainda paga de injustiçado.

Se esse modo de fazer política fosse um lugar, o conselho valeria ouro: “não vá lá”.

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O nosso Garganta Profunda tem cara, nome e sobrenome

Gabriel Brust | França 15:03 | 09/08/2010

A grana dos aloprados

A corrupção na política brasileira se manifesta de diferentes formas, em diferentes graus e em diferentes esferas. Mas a única forma que realmente choca a população e, por consequência, desperta a atenção da imprensa para o absurdo da coisa é o roubo explícito, quer dizer, dinheiro público entrando direto no bolso do picareta. E tem que ter foto ou vídeo, claro. Sem enxergar o dinheiro, parece que ninguém se escandaliza, como prova o caso dos Aloprados em 2006, quando apenas a divulgação das imagens da grana petista (na foto acima) deu a real dimensão da vagabundagem.

E é provavelmente por isso que a reportagem levada ao ar na noite de domingo pela Rede Globo, sobre os vereadores que faziam turismo com verba pública, virou Trending Topic do twitter e manchete de jornal. Meia dúzia de vereadores de meia dúzia de municípios dos quais nunca ouvimos falar fazendo seu turismo cafona pelas Cataratas do Iguaçu renderam boas imagens de câmera escondida e depoimentos constrangedores dos picaretas, que devem ter feito o editor da matéria dar aquele sorriso de canto de boca irônico, entre uma baforada e outra, como se tivesse em mãos o seu próprio caso Watergate.

Não haveria aí nenhum problema, se o Watergate brasileiro não existisse de verdade desde sexta-feira e não estivesse sendo ignorado solenemente por este mesmo editor. A entrevista de Gerardo Santiago, ex-diretor do Previ, o Fundo de Pensão do Banco do Brasil, à Veja, desenha em traços fortes um escândalo possivelmente mais grave do que o Mensalão. O sujeito confessa que fabricava dossiês contra adversários do governo a mando do ex-presidente do fundo, o petista Sérgio Rosa, e descreve o Previ como “um braço partidário, um bunker de um grupo do PT, uma fábrica de dossiês”. Declara ele: “A Previ está a serviço de um determinado grupo muito poderoso, comandado por Ricardo Berzoini, Sérgio Rosa, Luiz Gushiken e João Vaccari Neto.”

A todos que consideram “esse papo de dossiê” uma besteira e ainda não atentaram para o absurdo que é um governo se prevalecer do acesso a dados sigilosos do cidadão para chantagear adversários, vai aí apenas um dos casos descritos por Santiago para ilustrar o “Escândalo do Previ”:

“Em uma sessão da CPI no fim de fevereiro de 2006, o deputado ACM Neto (DEM-BA) estava atacando o governo e perturbando a senadora Ideli Salvatti (então líder do PT no Senado). Então, ela perguntou a um grupo que a assessorava: “Ninguém aí tem nada que possa calar a boca desse moleque?”. Aí eu falei: ‘Senadora, contra o rapaz, não. Mas eu tenho uma munição pesada contra o avô, não serve?’. Ela começou a pular, a comemorar. Ligou para o Sérgio Rosa, e a coisa andou. O Sérgio enviou o dossiê para o gabinete dela. Duas semanas depois, estava tudo na capa da revista Carta Capital (a reportagem foi publicada na edição de 8 de março de 2006).”

Utilizei o caso Watergate como metáfora, mas o escândalo do Previ tem sim algumas características que remontam ao episódio que culminou com a renúncia de Richard Nixon. A diferença, no caso brasileiro, é que o nosso garganta profunda tem cara, nome, sobrenome e dá entrevistas! Ou seja, em tese, a pista está mais do que livre para que uma boa investigação da imprensa demonstre, como foi demonstrado no caso Watergate, que a máquina utilizada para perseguir e chantagear adversários serve diretamente e está a mando do governo – mesmo, é claro, que se camufle na burocracia partidária.

Obviamente, isso jamais acontecerá. É Diuma-dois-mil-e-déis-na-cabeça.

Mas então voltemos à comparação entre o caso dos vereadores turistas e ao escândalo do Previ. A ocorrência destes dois episódios praticamente ao mesmo tempo é excelente para percebermos como a democracia brasileira ainda está num estágio primário. Enxergar corrupção apenas no roubo de dinheiro e não no ataque às instituições e aos direitos fundamentais do cidadão – escancarado no escândalo do Previ e sistematicamente escancarado pelo governo Lula, como no caso do ministro que quebrou o sigilo bancário de um caseiro – demonstra o quão primitiva ainda é a nossa visão de honestidade. E não é apenas entre os Zé-bolsa-família não, é, lamentavelmente, entre editores e jornalistas que, na noite de domingo, viram mais manchete nas diárias de 120 reais dos vereadores turistas do que num caso que deveria derrubar qualquer governo de qualquer país sério.

É claro que é bem mais fácil posar de heroi denunciando meia dúzia de picaretas do interior profundo do que encarar um governo federal corrupto e imoral que tem 80% de aprovação popular.

Vem, nenem

Ideli e Sarney: dois pilares morais da Era Lula

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Finja que viu: debate presidencial na BAND

braziu.org 08:40 | 06/08/2010

Érica Benites Manssour ✆ para braziuorg
10:12
e esse debate?
alguém viu?

Leandro Demori
11:29
Me debati demais na cama.

Walter
11:40
Vi primeiro bloco e tive uma crise convulsiva de vergonha alheia + desespero.

Todos completamente cagados de nervosismo, mas a DiUma tava a pior sem
limites. Morta e enterrada e sem conseguir falar nada com nada.
Portanto, vencerá.

Gabriel Brust
11:45
O desastre que se esperava da Dilma falando “sozinha”, sem Lula do lado, se confirmou.

E o interesse da população no debate também: 6 pontos no Ibope.

Ou seja, ela poderia ter ficado nua e dançando a macarena que não mudaria em nada o cenário eleitoral.

Ninguém viu.

Érica Benites Manssour
11:46
“Ou seja, ela poderia ter ficado nua e dançando a macarena que não mudaria em nada o cenário eleitoral.”

porra, sejamos justos, mudaria demais o mundo todo.

Leandro Demori
11:47
Entre Serra e Dilma, sou mais Marina nesse quesitoaê do NU.

Walter
11:57
Vi que tava gritedo infinito na rua + um milhão de fogos de artifício.

Certamente era por causa do debate. slfdgj.

Érica Benites Manssour
12:02
morrÃO com o salsichão:

tô adorando ter tenéti de novo.

agora vou lá fazer as unhas.

Walter
12:10
skdjfhksfjhsdkjfhsdkfjhdskfhdskfjdhdskjfhsdkfjhdsfk.

Piores animações. Ninguém parece com ninguém. Evitaraaaummm proce$$o$.
Acho positivo.

Pior língua.

Pedro Adamy
12:17
Pra quem viu: o que é essa convulsao internética pró-Plinio? Ele morreu ao vivo durante o debate?

Mário Camera
12:17
Dormi profundamente durante o debate. Campanha por debates ao meio-dia djá!

Walter
12:22
“IV – obras audiovisual classificada como não recomendada para menores
de 16 (dezesseis) anos: inadequada para exibição antes das 22 (vinte e
duas) horas;”

(http://is.gd/e5RL0)

skdjhfskdj.

Putaria tem horário, oká?

Mário Camera
12:46
“art.1º, inciso I e art. 8º, inciso II do Anexo I ao Decreto nº 6.061, de 15 de março de 2007(…) a República Federativa do Brasil tem como fundamento a dignidade da pessoa humana e como objetivo promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”

Como “pessoa humana”, também quero “bem”. Vários “bens”, pra falar a verdade.

Walter
12:52
“LEI No 10.671, DE 15 DE MAIO DE 2003.

Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta
e eu sanciono a seguinte Lei:

(…)

CAPÍTULO IV

DA SEGURANÇA DO TORCEDOR PARTÍCIPE DO EVENTO ESPORTIVO

(…)

Art. 13-A. São condições de acesso e permanência do torcedor no
recinto esportivo, sem prejuízo de outras condições previstas em lei:
(Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010).

(…)

IV – não portar ou ostentar cartazes, bandeiras, símbolos ou outros
sinais com mensagens ofensivas, inclusive de caráter racista ou
xenófobo; (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010).

V – não entoar cânticos discriminatórios, racistas ou xenófobos;
(Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010).”

http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/2003/L10.671.htm

Mário Camera
12:57
Fail

Leandro Demori
13:16
“PROJETO DE LEI No 2654 /2003 (Da Deputada Maria do Rosário)
Dispõe sobre a alteração da Lei 8069, de 13/07/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente, e da Lei 10406, de 10/01/2002, o Novo Código Civil, estabelecendo o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos, e dá outras providências.

O Congresso Nacional decreta:
Art. 1o – São acrescentados à Lei 8069, de 13/07/1990, os seguintes artigos:
Art. 18A – A criança e o adolescente têm direito a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, no lar, na escola, em instituição de atendimento público ou privado ou em locais públicos.”

Debates ME PUNEM.
CADEIA DJÁ.

Walter
13:18
skdjfhks.

Tava procurando justamente essa.

Bol$onaro nela:

Leandro Demori
13:21
MAS O QUE É ISSO?
MAS O QUE É ISSO?
MAS O QUE É ISSO?

Implosão cardíaca.

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