“Levaram-me a um ‘voo da morte’, mas não me atiraram”

Maurício Boff | Argentina 10:06 | 12/08/2010

ditadura militar na Argentina (1976-1983) pegou pesado, como era típico dos agentes militares latino-americanos nas escuras décadas de 60, 70 e 80. Foram anos que deixaram cicatrizes históricas e a tristeza de quem perde sem nunca saber como. Matou-se e matou-se muita gente, como sabemos. Os números corretos de desaparecidos e mortos nunca serão precisos. Assim como nunca haverá adeus; nunca haverá um aceno, mas apenas lágrimas.

Há pouco, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça da Argentina, Ricardo Lorenzetti, apresentou o ”Relatório sobre a manipulação das provas sobre os crimes contra a Humanidade”, no Palácio dos Tribunais, bem no centro da cidade de Buenos Aires. Em seu discurso, evidenciou o sentimento da Suprema Corte frente aos recentes julgamentos de repressores da última ditadura: ”A decisão da sociedade é de que não haverá mais volta”, sentenciou.

Entre altos funcionários dos poderes Judiciário e Executivo, estiveram no tribunal o juiz espanhol Baltasar Garzón - conhecido, entre muitos casos, por condenar a 640 anos de prisão em 2005 por crime de genocídio durante a repressão o militar Adolfo Scilingo — e o prêmio Nobel da Paz de 1980, Adolfo Pérez Esquivel, por defender os direitos humanos.

SOBREVIVENTES DOS ANOS DE CHUMBO

O suplemento Zona, do jornal El Clarín, trouxe recentemente relatos de sobreviventes da ditatura militar argentina. Com o título“Relatos de horror: a perversidade da repressão”, Esquivel conta sobre uma viagem que poderia ter sido sem volta, um voo da morte:

“Me detuvieron cuando iba a renovar el pasaporte, en el Departamento Central de Policía. De ahí me llevaron al ‘tubo’, un calabozo pequeño de la superintendencia de Seguridad Federal. Había una pared con una cruz esvástica pintada con los rodillos que se usan para tomar huellas digitales”, declaró en junio pasado en el juzgado penal 9 de La Plata.

El presidente del Servicio de Paz y Justicia contó que sus captores “me llevaron al aeródromo de San Justo, me esposaron y me ataron al asiento de un avión, que carreteó y voló hacia el Río de la Plata. Yo ya sabía que arrojaban prisioneros, por eso les pregunté: ¿qué va a pasar conmigo? Nadie me respondió. Hubo una contraorden y no me tiraron: fui llevado a la Base Aérea de El Palomar. Horas después me dicen que me iban a llevar a la unidad 9 de La Plata” y por eso estaba ahí, contando lo sucedido.

Consultado por Clarín sobre lo que sintió al declarar, Pérez Esquivel reconoció que “siempre es complicado revivir lo que pasó y más teniendo a esos tipos enfrente. Lo que me llamó la atención en el juicio fue verles las caras a esos señores de la vida y la muerte tan viejos e inexpresivos. Parecía un geriátrico de represores”.

Definitivamente, a sociedade argentina não tem mais espaço para voltar atrás no julgamento dos crimes cometidos naqueles anos.

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Kelpers, Kosovo e Kristina, assim com K

Maurício Boff | Argentina 16:03 | 26/07/2010

Façamos um exercício de futurologia (sou péssimo com isso, mas cabeça-dura demais pra evitar): pense na criação da República Antártica dos Kelpers Unidos, na sua incorporação como membro do Mercosul e na instalação de uma Embaixada do que antes se conhecia por Ilhas MalvinasFalklands em Brasília.

Imagine que o governo brasileiro negocia com o governo kelper a assinatura de um tratado bilateral para o ensino do Português em Puerto Argentino Port Stanley por professores brasileiros, e do Inglês no Braziu para professores nacionais. Sim, minhas premissas são falíveis. Faltará professor de Inglês, mas isso não está em discussão.

Imagine que uma parcela razoável da classe média brasileira decida, então, viajar ao arquipélago para surfar big waves no Atlântico Sul ao invés de Bells Beach ou ao longo da Gold Coast, na Austrália. Seria muito mais “barato” competir com os leões-marinhos do que com os tubarões da Oceania.

Imagine praias lotadas, morenas de quina-pra-lua, guarda-sol multicolorido, mate-leão (no caso das Malvinas, quente) e biscoito Globo! Ah, pagode, samba e funk não faltariam pra movimentar o corpo e lutar contra o frio antártico. Corta essa de roquenrou.

A não inclusão no acordo de quiosques para venda de água de côco, milho verde e cerveja gelada à beira-mar mereceria panelaços em frente ao Palácio da Alvorada. Ah, sim.

A realidade é bastante diferente, mas a possibilidade de um arquipêlago independente no pé das Américas não deve ser descartada por completo desde o dia 22 de julho.

A recente decisão do mais importante órgão judicial das Nações Unidas, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) – em que seis dos 10 juízes entenderam que a declaração de inpendência da ex-província sérvia de Kosovo em 17 de fevereiro de 2008 não violava a lei internacional, muito menos a resolução do Conselho de Segurança da ONU – indica uma nova rodada frente aos interesses da Argentina e do Reino Unido sobre as Ilhas Falklands/Malvinas.

Os juízes da CIJ, com sede em Haia (Holanda), que não se pronunciaram a favor da criação de um Estado kosovar, emitiram uma opinião consultiva sobre a situação da região de população albanesa e de maioria muçulmana que autoproclamou sua independência. Mesmo que a decisão não tenha efeito vinculante, a questão deixa em alerta Buenos Aires.

A presidente Cristina Kirchner reacendeu o debate sobre a soberania do arquipélago, pediu a mediação da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e recebeu apoio dos seus pares latinoamericanos.

Kosovo tem a ver com as Malvinas, e o governo argentino estava atento a isso em 2008. Naquele ano, países como a Argentina e o Brasil não reconheceram a secessão de Kosovo, assim como fizeram outros 69 países dos 192 que integram a ONU. A decisão favorecia a Sérvia e o que restou da ex-Iugoslávia.

O argumento da Cancillería argentina é o de que o princípio da integridade territorial e do acordo entre as partes precisa ser respeitado, e que os kelpers não são habitantes originários das Malvinas. Eles são fruto da imigração de províncias da potência colonial britânica ao arquipélago.

O Reino Unido, defensor da causa albanesa-kosovar assim como a França e os EUA no Conselho de Segurança da ONU, defende que os habitantes das Falklands/Malvinas têm o direito a autodeterminação. A tese de que a independência do arquipêlago pode existir também se baseia no próprio entendimento dos juízes de que não é necessário um referendo para que a população legitime o direito de autoproclamar a independência.

Os kelpers nada têm de ingênuos: não se sabe a quantidade exata de petróleo que a região dispõe, e a potência latinoamericana o Braziu, inclusive, está atento.

O Estado argentino, que participou da opinião consultiva em Haya, deve se manifestar nos próximos dias sobre a posição dos juízes. Aliás, precisa. O governo norteamericano, por exemplo, partiu em defesa da tese de que a posição da CIJ não pode se aplicar a outros casos. Os negociadores internacionais argentinos devem reforçar o pedido de reintegração do território que perderam ao Reino Unido, em 1833. Só o tempo para resolver a questão.

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A vez do próximo

Maurício Boff | Argentina 22:17 | 15/07/2010

Ok. Foi aprovado o casamento homossexual na Argentina, como contamos dias atrás neste espaço virtual de participação coletiva, e o dia amanheceu assim.

A votação no Senado na madrugada de hoje foi apertada.

A Igreja ficou triste, claro. Fizeram o lobby católico (hã?) junto aos senadores, mostraram que o casamento é coisa entre homem e mulher e lembraram de que gostam da “saudosa maloca, maloca querida”, aquela dos tempos em que a turma de farda brincou de mágico por fazer desaparecer cerca de 30.ooo pessoas.

A minoria homossexual comemorou o acesso a um pouco mais de igualdade na vida social. As palavras do polêmico rabino que apóia o casamento homossexual na Argentina chegaram faz pouco na minha caixa de correio e resumem a história.

“Lamento, amigo, de haber recibido tan tarde este mail. De todos modos, tengo para decir que la ampliación de derechos siempre es buena. La restricción de los mismos asfixia la libertad de las personas. Me alegro profundamente que esta ley se haya votado positivamente y que los gays, lesbianas y trans no sean más ciudadanos de segunda en nuestro país. Un abrazo, Daniel Goldman.”

E não esqueçamos da familia Kirchner, que bancou a defesa do projeto do Partido Socialista no Senado (havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em maio passado) e partiu pro “chega pra lá” nos interesses políticos do clero.

A Argentina deu o primeiro passo e transformou em lei o que todo mundo sabe que acontece. Os casais homossexuais vivem juntos, dormem na mesma casa, gastam o mesmo creme dental e tomam café-da-manhã de pijamas. Ponto final.

O tema que fica é o seguinte: qual será o próximo país que irá aceitar o pleito homossexual? “Brasil, México e Uruguai” são as apostas da presidente da Federação Argentina GLBT, María Rachid. Mãe Diná nela.

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Todos Putos

Maurício Boff | Argentina 10:40 | 12/07/2010

Terminada a Copa do Mundo, o bate-bola na cancha política dos hermanos posiciona Igreja e governo em lados opostos. O jogo da semana acontece no Senado, que terá que definir o destino do projeto que autorizaria o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A cúpula da Igreja Católica é contrária; a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, favorável.

A decisão, que permitiria a modificação do Código Civil, seria inédita na porção de mundo em desenvolvimento e com história de repressão social e política chamada América do Sul. A Argentina passaria também a exportar conceitos como tolerância e respeito, além de commodities como gás natural, trigo e soja — e do que Maradona disse-ou-deixou-de-dizer.

Há dois dias da votação final no Senado, as pesquisas de opinião, as análises políticas e a posição indefinida de muitos senadores mantêm o debate aberto. O jogo é político, e a aprovação dá sinais de que pode ser comparada a uma vitória de Honduras no Mundial: uma zebra bastante improvável.

A Igreja na Argentina deverá confirmar as milhares de pessoas que são esperadas na terça-feira em frente ao Congresso, local da votação, no centro de Buenos Aires. O ato público é considerado o maior do Episcopado desde a sanção da Lei do Divórcio, em 1987. A marcha foi convocada pelo Departamento de Laicos da Conferência Episcopal Argentina. No domingo, o arcebispo de Buenos Aires e cardeal primado, monsenhor Jorge Bergoglio, orientou os padres a lerem durante a missa o documento “sobre o bem inalterável do matrimônio e da família”. É uma quase “guerra santa” na defesa do que a Igreja julga progresso.

Cristina, que está em viagem oficial à China, defendeu pessoalmente o casamento gay na semana passada. O ex-presidente e “primeiro damo”, Néstor Kirchner, aproveita para disparar nos críticos da atual administração de olho nas eleições de 2011. Até mesmo campanha publicitária o casal K banca nessa reta final.

Enquanto permanece o debate legal, a Justiça de Buenos Aires segue reconhecendo desde março a inconstitucionalidade da interpretação que restringe o matrimônio apenas a casais heterossexuais. Foram nove casamentos na Argentina até domingo, conforme a Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans (FALGBT).

E já que é briga de cachorro grande, como diria meu avô em sua peculiaridade bagual, a Revista Barcelona buscou dar a sua versão para o fato na edição da semana passada.

Alguém duvida?

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Pitagóricas XVI

Walter Valdevino | Brasil 13:20 | 27/05/2010

- “[Eleições presidenciais na Colômbia] – Mal de Parkinson de Antanas Mockus é fator positivo nas pesquisas”. “E, falando em filosofia, ontem Mockus voltou a ficar com os olhos cheios d´água ao contar que recebeu uma carta de apoio a sua candidatura assinada pelo filósofo alemão Jürgen Habermas, um de seus ídolos e constantemente citado por ele em discursos e entrevistas”. Para quem nunca ouviu falar, Mockus (PV), ex-prefeito de Bogotá, é o candidato a rei-filósofo da Colômbia. Como bem definiu a Folha em reportagem de enviada especial para acompanhar as eleições, é uma mistura de “sacerdote kantiano e instrutor de terapia de grupo.” Jürgen Habermas, para quem também nunca ouviu falar, é aquele filósofo alemão que quer o nosso bem e nossa proteção e, por isso, defendea idéia de uma reserva pública voltada para a mídia eletrônica” para se contrapor à monstruosidade da “conveniência publicitária” e ao “apoio de patrocinadores“. Tudo faz $entido, portanto. Perderá(ão).

- “Lula lança novo canal: ‘Minha televisão internacional’”. Vai transmitir BBB e novela da Globo? Não? Então, terá traços de audiência.

- “Temer encerra reunião ‘secreta’ após vazamento pelo Twitter”. Tran$parência Braziu.

- “Jobim garante que aeroportos não preocupam para Copa de 2014″. “Nossa preocupação não é com a Copa do Mundo ou com a Olimpíada. A preocupação maior é com o aumento significativo da aviação civil no Brasil”. Interessante saber que o transporte aéreo durante a Copa não será feito pela aviação civil.

- “Lula é inspiração para esquerda democrática, diz premiê português”. Esquerda = Sarney + Collor + Renan. Faz $entido.

- “Ex-secretário de Maluf terá que devolver R$ 1 milhão”. 11 anos depois de terem dado entrada na ação. Parabén$, como sempre, a todos os envolvidos.

- “Após visita a Lula, seleção brasileira embarca para a África do Sul”. E começa o ínicio do fim do ano. Até março de 2011.

- “Ferramenta permite apagar Justin Bieber da internet”. http://fffff.at/shaved-bieber, http://fffff.at/shaved-dilma, http://fffff.at/shaved-serra.

- “Serra diz que Bolívia é cúmplice no tráfico de cocaína”. Não sei de nada, só que o responsável por negar (Folha, assinantes) a acusação foi o ministro da Presidência da Bolívia (seja lá o que for isso), e o nome dele é Oscar Coca Antezana.

- “Dilma diz que governará com partidos e sociedade”. Bláblábláblá.

- “Conar e as flores da Vivo”. “Na propaganda, um cachorro destrói o buquê de uma noiva na Igreja. Desesperados, os convidados lançam torpedos para pessoas que ainda não chegaram no casamento e a solução encontrada é criar um novo arranjo com flores arrancadas de lojas ou vasos nas ruas. E não é que teve gente incomodada com a possibilidade do anúncio incentivar roubos e ataques ao meio ambiente?”. Conar protegendo a moraU e os bons costumes do Braziu.

- “Em MG, igreja pede votos para deputados em cultos”. Je$u$ sempre vence.

- “Paquistão deve encerrar bloqueio ao Facebook e YouTube”. Alah FAIL.

- “Dilma defende indicação de partidos desde que com perfil técnico”. Blábláblá.

- “Impunidade de crimes da ditadura é ‘mancha moral do Brasil’, diz ONG”. ONG errada. Nada de nada de coisa alguma é mancha moral no Braziu. Tá tudo (sempre) bem.

- “Juiz pede ação contra Tuma por ocultação de cadáver”. Tá tudo bem, já disse.

- “Quase um ano após crise dos atos secretos, gastos crescem no Senado”. A escalação de jogadores como Gilberto Silva, Felipe Melo e Júlio Baptista é a síntese da preferência pelo futebol disciplina, deixando de lado o futebol alegria.

- “Com fim de prazo, divulgação de gasto público passa a ser obrigatória”. Não funcionará, lamento.

- “África do Sul usa Copa para combater HIV”. Interessante. O Braziu usará a Copa para roubar.

- “Chinesa de 60 anos dá à luz gêmeas após perder filha única”. ““O choro delas (das gêmeas) lembra o da minha filha morta, o que é muito nítido”, afirmou.“. Comuni$ta$ chineses ainda não tomaram providências. Absurdo.

- “PDT veta Suplicy na ‘vice’ com apoio velado de Marta”. Pai do Supla sempre se dá mal.

- “Cientistas propõem a Lula Medida Provisória contra burocracia”. Condição para ser cientista/acadêmico = delirar.

- “Maradona libera sexo, vinho e churrasco na concentração da Argentina na Copa”. Vencerão. Braziu humilhado.

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Pitagóricas XI

Walter Valdevino | Brasil 16:18 | 09/05/2010

- “Parlamentar russo quer investigação sobre político que diz ter sido abduzido”. Humilhou todos os projeto$ de lei do Braziu.

- “Ex-ministro canadense afirma que aliens já visitam a Terra há décadas”. “O ex-ministro canadense tem 86 anos…”. Perdoado.

- “Em depoimento à Justiça, Arruda reaparece bronzeado e mais magro”. Mas não tem a ver com panetone, e sim com a ação civil por improbidade administrativa pela violação do painel do $enado, em 2001. Algo que ocorreu, portanto, há NOVE anos. Parabén$ a todos os envolvidos, de todos os lados.

- “Serra diz que chamaria PT e PV para seu governo”. Em troca de algun$ cargo$, petistas aceitariam sem limites.

- “Estudo indica que humanos tiveram filhos com neandertais”. Mas que putaria.

- “Erro de digitação pode ter sido causa de pânico financeiro”. Ziriguidum > lei da gravidade.

- “Pressão por Roriz“. “A não ser que haja uma grande reviravolta, Joaquim Roriz será mesmo candidato ao governo do DF.” Como já postei aqui, em dezembro do ano passado, Roriz ganharia eleição no primeiro turno no DF. Logo, vencerá.

- “Mercadante afirma que Netinho será um ‘mano senador’”. Não tenho a menor dúvida de que os melhores $enadore$ para São Paulo são o comunista Mano Netinho de Paula (PC do B) e o maior filósofo do Braziu, Gabriel Chalita (PSB).

- “Lula reforça conselho de Temporão e recomenda sexo para boa saúde”. Ok.

- “‘Tirem o cavalo da chuva. Não vou sair’, diz Tuma Jr.” Confiamos em ti.

- “Convocação de falta às aulas no Facebook gera preocupação na Argentina”. Imagina quando essa tal de tenéti chegar ao Braziu…

- “Ex-prefeito de Nova Iguaçu tem bens bloqueados pela Justiça”. Lindberg Farias: ex-presidenta da UNE, ex-líder da campanha dos caras-pintadas, ex-deputado federal pelo PCdoB, ex-presidente da União da Juventude Socialista (UJS), ex-trotskista, ex-PSTU, ex-prefeito de Nova Iguaçu (RJ), em 2004, na coligação “Hora da mudança” (PSB, PCdoB, PSDB e PFL), denunciado por fraudes e uso de propinas, acusado pelo Ministério Público de superfaturação em licitações, além das denúncias de “mensalinho” na Câmara Municipal, reeeleito prefeito em 2008 na coligação “A Mudança não pode parar” (PT, PDT, PSB, PV, PCdoB, PTdoB, PR, PTB, PTN, PRB e DEM), atual candidato ao $enado pelo PT-RJ. Vencerá.

- “Vereador é preso nos EUA após tentar fazer sexo com policial”. Escândalos políticos no Braziu = tédio.

- “Notícia fictícia de site de humor brasileiro ganha noticiário mundial como verdade”. Universo = retardo mental.

- “Tuma Jr. considera ‘absurdas’ novas denúncias sobre dólares”. Eu também. Nomeação para o $upremo URG.

- “Chávez monta equipe para o twitter: 200 servidores”. $ociali$mo do $éculo XXI: aprovado.

- “Compare a banda larga brasileira com a do resto do mundo”. Evite fazer isso.

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