Ok. Foi aprovado o casamento homossexual na Argentina, como contamos dias atrás neste espaço virtual de participação coletiva, e o dia amanheceu assim.

A votação no Senado na madrugada de hoje foi apertada.
A Igreja ficou triste, claro. Fizeram o lobby católico (hã?) junto aos senadores, mostraram que o casamento é coisa entre homem e mulher e lembraram de que gostam da “saudosa maloca, maloca querida”, aquela dos tempos em que a turma de farda brincou de mágico por fazer desaparecer cerca de 30.ooo pessoas.
A minoria homossexual comemorou o acesso a um pouco mais de igualdade na vida social. As palavras do polêmico rabino que apóia o casamento homossexual na Argentina chegaram faz pouco na minha caixa de correio e resumem a história.
“Lamento, amigo, de haber recibido tan tarde este mail. De todos modos, tengo para decir que la ampliación de derechos siempre es buena. La restricción de los mismos asfixia la libertad de las personas. Me alegro profundamente que esta ley se haya votado positivamente y que los gays, lesbianas y trans no sean más ciudadanos de segunda en nuestro país. Un abrazo, Daniel Goldman.”
E não esqueçamos da familia Kirchner, que bancou a defesa do projeto do Partido Socialista no Senado (havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em maio passado) e partiu pro “chega pra lá” nos interesses políticos do clero.
A Argentina deu o primeiro passo e transformou em lei o que todo mundo sabe que acontece. Os casais homossexuais vivem juntos, dormem na mesma casa, gastam o mesmo creme dental e tomam café-da-manhã de pijamas. Ponto final.
O tema que fica é o seguinte: qual será o próximo país que irá aceitar o pleito homossexual? “Brasil, México e Uruguai” são as apostas da presidente da Federação Argentina GLBT, María Rachid. Mãe Diná nela.









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“Juíza argentina se nega a casar gays mesmo que ‘custe sua própria vida’”
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/07/juiza-argentina-se-nega-a-casar-gays-mesmo-que-custe-sua-proria-vida.html
Sinceramente? Acredito que o Chile será o próximo. E achava que ele seria até o primeiro.
Acompanhemos a sensibilidade dos políticos latinos…
A legislação uruguaia não fala em “casamento”, mas é a primeira da América Latina onde um país reconhece a união civil de homossexuais. Já rolam, portanto, direitos sucessórios, pensão por morte e plano de saúde.
Olha gente… se Deus aprovasse a união gay entre homens, ou entre mulheres, teria sido assim: “E Deus criou Adão e… Ivo!!!”
Mas acho que foi… Eva, não foi??!!
Sou um cara vivido, e não conheço um casal gay ou lésbica que tenha dado certo, ou seja, tido uma relação estável. Se conheço casais “normais” que tenham dado certo? Conheço, vários, centenas, milhares, milhões…
Por outro lado, todos nós temos o direito de sermos felizes, se para isso é necessário casar de “papel passado”, que seja, para outros, não é tãooo necessário o tal de “papel passado”.
Portanto, o que, para quê ou para quem importa o tal de “papel passado”???
Esta resposta explicaria muitas coisas, muitas mesmo!!!
genteeeeeem, fiquei PASSADO com o $embra.
sbjighbfgjsdhbvashbd
João Carlos Cembranel: é uma pena existir pessoas como vc, que ainda usam a religião para perpetuar e justificar atos que desrespeitam e ferem os direitos politicos e sociais dos indivíduos. E Vc diz que nunca conheceu um casal homossexual que deu certo? Em primeiro lugar,duvido muito q alguem com seu pensamento antiquado tenha conhecido uma quantidade significativa de casais homossexuais.
A propósito: “Amanhá se realiza em Buenos Aires o primeiro casamento homossexual depois de sancionada a lei”
http://www.clarin.com/sociedad/Manana-realizara-Capital-matrimonio-sancion_0_307169501.html
Vai testemunhar, ô, Boff!