Não tem nada de errado em um país buscar independência diplomática.
Muita gente, e gente boa, tem interpretado este movimento do Itamaraty de querer dialogar com o Irã e com os Estados Unidos na posição de um ator com interesses independentes como uma tentativa de adquirir um “passe livre” na arena internacional. Para ficar nos termos das relações internacionais: o Brasil quer poder atuar em palcos diferentes, que normalmente estariam em conflito. Quer poder jogar pelo Flamengo e pelo São Paulo – ao mesmo tempo.
Já consigo ouvir alguém gritando “mas isso não é um jogo de futebol”. Talvez, pode ser uma comparação desastrada. De qualquer forma, podemos indicar que existem diversas atitudes com relação ao Irã na arena internacional (esta grande ficção). Vou dividir a coisa aqui, vamos pensar que tem atitudes negativas, atitudes neutras, e atitudes simpáticas. Pois bem, isso seria o que chamei ali no título de alinhamento, okey?
Nos últimos dias, a China e a Russia, que estavam em uma posição de neutralidade com relação ao Irã, se moveram para o terreno “negativo” ao apoiar as sanções capitaneadas pelo Pentágono. Tanto a Russia quanto a China são (ou eram) parceiros do Irã em algumas empreitadas econômicas. Com este novo posicionamento, o Irã precisa de aliados, e rápido.
Sobraram no terreno neutro uma meia dúzia de países que não importam. Não tem voz. Não apitam. Estes não servem. Mas o que me interessa é que a entrada do Brasil enquanto parcero comercial do Irã no comércio de urânio, junto com a Turquia, nos coloca na posição de ter uma atitude simpática com o país dos aiatolás.
Energia é uma questão militar. Então me poupem do papo-aranha de “fins pacíficos”. Alinhamento político-comercial em questões de energia é um alinhamento militar. É mais ou menos como ajudar um país a produzir mísseis, por exemplo. Portanto, não é exagero algum dizer que o Brasil escolheu um alinhamento militar-comercial com o país que mais rapidamente perde apoio na arena internacional.
Eu não sei quais são as razões do Itamaraty para isso. Cada vez mais o enriquecimento de urânio entra no discurso executivo brazuca. Mas, para o Brasil, qual é a vantagem de negociar com o Irã, especialmente no longo prazo?
A Turquia poderia alegar razões estratégicas-geográficas “O Irã fica aqui do lado!”, mas o Brasil não tem razões históricas ou contingenciais para fazer esse acordo agora. Quer dizer, só se a razão for querer aparecer e adquirir algum tipo de relevância.
A história não tá pegando muito bem. Duas colunas no Washington Post nos últimos sete dias resolveram sentar o cacete no governo brasileiro (aqui e aqui). Achei os argumentos bestas. Especialmente do segundo cronista, que acha um escândalo o Brasil “ignorar o brutal governo Iraniano”. Por favor, o maior parceiro comercial dos Estados Unidos é a China. Ninguém se importa com a brutalidade alheia.
O problema desta nova atitude da diplomacia brasileira é o alinhamento. Estamos ignorando aliados históricos e procurando novos aliados. Fico curioso dos benefícios para a diplomacia brasileira em mostrar simpatia por um barco que está afundando. O governo iraniano mal dá conta das pressões internas e agora vai virar um grande parceiro comercial-militar do governo brasileiro?
Claro, o Irã – mesmo se conseguir a bomba – não vai correr o risco de virar uma grande piscina de vidro ao atacar Israel. Mas este não é o ponto para o Brasil: enquanto o Marco Aurélio Garcia fala do “escândalo” das sanções externas, o Irã perde a neutralidade da China e da Rússia. Os ratos vão abandonando o navio iraniano, e o Brasil vai alegremente a bordo com toda sua bagagem diplomática – esperando poder pular de volta para o porto seguro dos aliados históricos caso a coisa fuja de controle. Mas cabe a pergunta: e se o porto seguro negar entrada, para onde vai a diplomacia brasileira?
Alinhamentos
17:10 | 18/05/2010
Categoria(s): Braziu, Braziu Potência, EUA, Irã, Mondo politica
Tags: Alinhamento, Brasil, Diplomacia, Estados Unidos, Itamaraty, Relações Internacionais
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aBUNDAm!
okey –> OKAY
Russia –> Rússia
Sobraram no terreno neutro uma meia dúzia de países –> Sobrou…
Não tem voz. –> Não têm voz.
Estes não servem. –> Esses não servem.
enquanto parcero –> como parceiro
papo-aranha –> papo aranha
brazuca –> brasuca
estratégicas-geográficas –> estratégico-geográficas
governo Iraniano –> governo iraniano
curioso dos benefícios –> curioso sobre os benefícios
“Porto seguro dos aliados históricos”. MORRI.
Jura que vc. tá falando sério, ou esta professorando Hari?
Ah! cabecinha…estava esquecendo:
Acho que vc. quiz dizer: Mengo X Timão. Olha a faca de dois legumes.
Olha aí Fabs, a malemolência, o swing do brasileiro. Não tem pra ninguém!
http://www.youtube.com/watch?v=WsKRYCYdsXQ
Van, tudo?
Porto seguro foi só metáfora e plá. Tipo navio versus porto? Não é que é SEGURO tipo MELDELS eles SEMPRE fazem o nosso BEM. Né nada disso não.
Mas é fato que o Brasil tem um alinhamento diplomático histórico – e seguro. E que estes últimos movimentos são um tanto… decisivos. E na direção de um rompimento com a tendência histórica da diplomacia brasileira. Apenas isso.
Ah, a Teoria dos Jogos…
Confesso que tambem pensei nisso: e se nada disso resultar como uma corajosa jogada fora do padrao? E se o AHDHASFAAACASnejad em breve decidir construir uma bomba e tocar em Haifa e todos seus “parceiros” ficarem com o filme torrado?
Mais: nao temos historia (veja bem) no “enriquecimento de uranio”, temos? O que fomos fazer ali?
Na figa para tudo acabar bem e a inconsequencia de Lula render novo acerto surreal e o MANTER no posto de “o cara”.
“Estamos ignorando aliados históricos e procurando novos aliados.” Não são somente “novos”, são ISLÂMICOS. O mesmo acontece no governo Obama – I wonder why?
“Claro, o Irã – mesmo se conseguir a bomba – não vai correr o risco de virar uma grande piscina de vidro ao atacar Israel.” Cara, acho que tu tá sendo extremamente ingênuo. Para começar o pan-islamismo global, a primeira coisa é aniquilar o Estado de Israel. Isso é dito há muito tempo por todos os líderes islâmicos que falam (a casa real Saudi nunca fala nada, apesar de o grosso da grana pro pan-islamismo vir de lá). A teologia (ideologia) por trás está no Corão e nas haddiths:
http://frontpagemag.com/2010/05/14/theology-for-a-holocaust/
“The last hour” é o juízo final, quando surgirá um novo messias. Para isso o povo judeu tem de ser dizimado. Na haddith Maomé diz: “the last hour would not come unless the Muslims will fight against the Jews and the Muslims would kill them until the Jews would hide themselves behind a stone or a tree and a stone or a tree would say: Muslim, or the servant of Allah, there is a Jew behind me; come and kill him; but the tree Gharqad would not say, for it is the tree of the Jews” (Sahih Muslim 6985).
A preparação para isso está abaixo:
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/middle_east/article7123695.ece#cid=OTC-RSS&attr=797093
and here:
http://news.yahoo.com/s/ap/20100515/ap_on_re_mi_ea/ml_iran
notice especially the sentence “He said he envisioned a Greater Iran that would stretch from Afghanistan to Israel, bringing about the destruction of the Jewish state“.
Oiê, Marlon, Carmencita querida! Falando sério, vc. deveria ser a corretora ortográfica do blog. É hilário. Quando Demôri rebate então, eu choro!
Marlon, vou ler todos seus links.
Fabs, a terceira guerra mundial é prevista desde que acabou a 2ª.
Ela está se armando.
Eu prefiro os Muslims, os Iranianos adoro. Morei, em Londres 2 anos com Sherry uma persa linda, moderna que estudava inglês.
Conheci vários amigos dela. Posso te assegurar que eles são exactamente iquais a gente. Diferença que rezam umas 10 vezes por dia.
Não quero parecer malvada ou discutir credos, mas acho que os judeus acham que eles são o único povo que passou por campos de concentração, humilhações, roubalheiras, tudo.
Usam o personagem da vítima eterna. Já virou semiotica.
Judeu é um pacote completo. Se eles são tão da paz, porque não dão o exemplo e NO NUKES, for a change? Bah, bah, bah
Fróóóóóóid!
Carmencita, vc. gostou do novo cabelo da Dilma? Visu Celso Kamura.
Um belo dia acordei, 5 anos atrás, me achando um lixo. Resolvi mudar a fachada.
Fui no Celso Kamura.
Japo descoloriu meu cabelo totalmente, deixou laranja e navalhou tudo. Saí de lá com o visual escovão. Paguei 450 reais. Não conseguirei esquecer disso jamé.
eu adoro os Muslims, também. principalmente seus Estados quasi-totalitários. e o fanatismo com que muitos (se não a maioria) seguem uma religião totalitária.
o povo judeu FOI o único grande povo, com uma cultura humanista e extremamente rica, que sofreu várias tentativas de genocídio, perseguições, massacres etc., ao longo de toda sua história. isso é um fato histórico indiscutível.
não me consta que eles tenham usado seus nukes, ou armas químicas, ou etc. as acusações de “genocídio” dos palestinos são mentira ideológica. a começar pelo fato de que os palestinos não são nem um grupo étnico ou racial (são árabes), ou religioso (são muslims), ou de um estado (a Palestina nunca existiu como Estado separado, nem como Estado árabe, nem como cultura; era o nome com que os britânicos chamavam seu potentado, no qual viviam muitos árabes mas também muitos judeus) específicos, condição para chamar algo de “genocídio”. segundo que, se o Brasil fosse atacado com 8000 foguetes e ataques terroristas por ano pela Argentina, ninguém iria chamar de “genocídio” ou “apartheid” cercar as fronteiras e ir à guerra com a Argentina.
os judeus são tão da “paz” (que é a base de sua religião, junto com a ideia de humanidade) que, mesmo tendo sido reduzidos em um terço de sua população mundial com o holocausto, foram atacados pelos estados árabes em conjunto (não foi o povo judeu que começou essa guerra), que juntos tinham um tamanho 25 vezes maior do que o Estado judeu, e, mesmo nem tendo exército organizado, Israel venceu os árabes. eles, humilhados, atacaram novamente, no dia santo para os judeus, o Yom Kippur, e foram novamente derrotados. (o objetivo, desde o início, era aniquilar o Estado judeu e exterminar os judeus). qualquer outro país que passasse pelo mesmo (EUA, praticamente toda a Europa, Brasil, Chile, etc.) tomaria para si o território conquistado. Israel devolveu o território do que hoje é a Jordânia, e ofereceu a Arafat território para um Estado independente, o que foi rechaçado. (por quê?). Israel tem nukes porque desde o início é ameaçado de extermínio pelos árabes. (e agora pela ummah, a nação islâmica).
estude um pouco de história antes de afirmar teu anti-semitismo mal disfarçado.
carmencita é o melhor investimento.
van, estou na frente da fontana di trevi. quer que eu jogue uma moeda por você antes que você responda o marlão?
Oi turminha,
Demori, tô na frente do Mike’s Pork’n'Ribs.
Marlon. Muita coisa, tchê.
Seguinte, em matéria de apocalipse todas as religiões tão mal arrumadas. Tu sabe tão bem quanto eu que existe um grupo de direitosos aqui nos estados unidos que se dedica exclusivamente a apressar o dia do Juizo Final (Jezuiz tm ki vltar d1 x kk).
Bueno, tô colocando isso porque não são estes doentes mentais que tão com a mão no botão que larga a bomba. A “ideologia” pode até ter como prioridade a destruição de Israel, mas em PRIMEIRO lugar jogar uma bomba nuclear não é tão fácil assim. Pergunta para a Coréia do Norte. Uma coisa é tu desenvolver a bomba, outra é tu acertar ela no alvo. Afinal, imagina que alegria se eles acertam um alvo, sei lá, ali do lado na Arábia Saudita ou no Egito? Ia ser legaaal…
Em SEGUNDO lugar, não sei o suficiente sobre a palestina para opinar. Acho que Israel fez algumas opções erradas, também (e consigo ver tu dizendo que eles foram muito BONZINHOS, mas não posso entrar no mérito de um troço que não entendo). Mas não vem ao caso. E certamente não justifica um ataque nuclear (nada justifica um ataque nuclear, é claro). A questão da arma nuclear, para o Irã, é mais uma forma de poder continuar com a tirania interna e intimidar os inimigos externos. Escuta, tchê, se o paquistão e a índia não se obliteraram mutuamente com as armas nucleares, a gente não tem qualquer razão para pensar que o Irã vai fazer o mesmo com Israel.
Uma coisa sobre a teoria do obliteramento mútuo é fato: nego tende a pensar duas vezes em atacar um inimigo armado até os dentes. Irã está se armando até os dentes para poder brincar junto com os meninos grandes (daí a loucura de gente tipo o Hitchens, que acha que o perigo é deixar o Irã brincar junto).
E daí o problema é o Brasil ajudando o Irã a arrumar os meios para poder brincar com “as grandes potências” dizendo coisas do tipo ‘vocês tem nukes, nós também. Agora vem fazer glu-glu”
(Demori, funk do malandro Iraniano djá)
Por favor, Demori, se afogue.
Marlon, eu sou professora de História bacharel e licenciada pela UFF. Anti semita. Morri. Nunca tinha sido chamada disso antes. 3 razões para eu estar certa. Apesar do quê (Carmelita corrrige?) na dúvida, eu estou certa.
1°
É bonito isto?
http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=168110
2° Construção de MURO DE SEPARAÇÃO. Única observação possível: Fora de moda! Claro, vamos aproveitar para anexar porções significativas da Cisjordânia ao nosso território judeu. Afinal não somu tudo brimu?
3° Fotos dos campos d refugiados judeus. Estou aguardando.
Obrigada.
Por deus, não transformem isso aqui numa discussão sobre Israel e Palestina.
Tá tudo bem, tá tudo bem.
Ô Van, sossega aí muié…. Mania de tumultuar o blog, tchê!! Aakldhdasklçh!!
Fabs, a discussão É sobre Israel e Palestina (Palestina como simulacro de “oprimidos” – simulacro de judeus, que sofrem genocídio, são “oprimidos” etc. – que sustenta o enorme simulacro “muçulmanos” pobres terceiro-mundistas oprimidos). Nenhuma discussão sobre o mundo árabe pode deixar de abordar a questão Israel (e Palestina).
E véio, eu te respeito como pensador (sério), mas nesse assunto tu tá deveras mal informado. “em matéria de apocalipse todas as religiões tão mal arrumadas”. Nenhuma religião pressupõe o genocídio (dos judeus) como início do juízo final. (E não é exatamente “apocalipse”, é o reestabelecimento do califite, desta vez a nível mundial. Olha o que aconteceu com TODAS as populações sob o domínio islâmico; olha a biografia do Maomé; e olha a situação atual em TODOS os países islâmicos agora – e tu verás que o totalitarismo será MUITO pior do que o nazismo). Nenhum grupo religioso tem aproximadamente um terço da população mundial, nem uma estrutura de propaganda, um presupuesto de 1 trilhão de dólares, nem uma estrutura terrorista como tem o Islam. E nenhuma religião de monta segue linha por linha uma ideologia genocida.
Acertar um míssil nuclear não é tão difícil. De qualquer forma, não pensaste no que falei: Paquistão (islamizado rapidamente) tem a bomba; Síria tem muita grana e armas (de todos os lugares do mundo); Iran tê-la-á em pouco tempo; Turquia, se não a terá, servirá de fornecedor; etc. Tu não consegues ver o MOVIMENTO GLOBAL de tomada do poder pelo islamismo. Em nenhuma de suas frentes (armamento; política; população; propaganda; território; mídia; lei; etc.).
Tu não entendeste que a “justificativa” não tem NADA a ver com racionalismo. A “justificativa” é o Corão. Tem que seguir. Period.
O Paquistão tá ainda em processo de dominação islâmica (não foi dominado completamente). Mas há inúmeros fatos que dizem que isso vai acontecer proximamente (até 2020). E a situação do Paquistão com a India é COMPLETAMENTE diferente da situação de Israel com Iran. (A base é a mesma, eliminar os kuffar, mas Isreal e judeus são os alvos primários).
A tua “teoria do obliteramento mútuo” não faz o menor sentido. Pensa nos suicidas mujahideen. A ideologia é glorificar A MORTE, o objetivo é o paraíso e 70 e poucas virgens (ou, inclusive pra mulheres e crianças, a única forma de vida, e isso tem de ser mantido assim. Mas a culpa pela desgraça social, em QUALQUER país, é sempre de Israel). Obliterar-se não é o outro polo, a ameaça; é parte principal do jogo.
O Brasil (Lula) não está “brincando”. O alinhamento com os árabes vem já de algum tempo, e junto com ele o alinhamento com a Venezuela (mantida e governada em grande parte pelo capital árabe).
Van, nem vou te responder. Se o que escreveste não é anti-semitismo…
Fróid, vc. viu as dancinhas do Santos Futebol Clube? <3 neymar.
Gaúcho, expecificamente Dunga, é assim mesmo ou é brincadeira?
shite.
* Nenhuma OUTRA religião
* califate
Cara, digamos que exista um movimento global de tomada de poder por parte do Islamismo Radical. Digamos que existam, de fato, estas mônadas suicidas que tu descreveste.
Eu, particularmente, acho que o motivo das “cento e cinquenta virgens” é só retórica. Não acho que o cara se mata acreditando nisso, acho que é a famosa mentalidade de grupo. Parecida com a que faz um soldado sacrificar o próprio bem estar pelo bem estar de um grupo. É míope? Pode ser. Mas é mais complexo que “virgens”, por deus. Não posso acreditar que é só isso, sinto muito.
Mas vamos presumir, por absurdo, que tudo isso seja o caso. Eu continuo achando que existem um interesse de preservação do grupo. Ainda que o Irã tenha armas de destruição em massa, que o Paquistão e tutti quanti estejam armados até os dentes, eles não podem competir com um conflito em grande escala com as grandes potencias. Porque daí o conflito vai deixar de ser territorial. Uma agressão por parte do Irã a qualquer país na região VAI transformar o Irã em uma piscina de vidro, tche. Em quarenta minutos tem duzentos aviões distribuindo bomba por tudo que é lado. Indivíduos podem ser suicidas em favor do grupo, mas o Irã não vai sacrificar o Estado inteiro. Entende onde eu quero chegar?
É basicamente o motivo pelo qual Paquistão e Índia não entraram em conflito nuclear. Quem largar a primeira bomba vai se danar. Pode ser que isso seja uma “racionalização” do esquema. E eu entendo que exista uma tendência a entender estes caras como máquinas de ler o Corão. Mas uma coisa é o indivíduo suicida, outra é o Estado. O Irã não vai agir de forma a explodir o país inteiro.
Concordo com a tendência de alinhamento com Venezuela e com estes países fora do nucleo histórico de relações da diplomacia brasileira. Este é meio que o ponto do post, por sinal. De veradade, a questão do Irã vai ser decidida pela China, Rússia e Estados Unidos. O Brasil e a Turquia vão servir de distração, mas não vão conseguir decidir NADA.
FUDERAM o post, as usual.
Fabricio em chamas tentando conter a turma AVIDA por bobajadas.
haha
yep. as usual.
what the fuck can I say? cobrem-me em 10 anos.
Marlon, aceito destilados na ordem de pagamento, oká?
Marlon, A nível de, non ecziste!
Marlon, pra vc.
http://www.youtube.com/watch?v=zfaPesjPVzY&feature=player_embedded#!
Ai, Van! (Você já experimentou o Pristiq? Estou achando ótimo!)
Essa Dilma é feia de qualquer ângulo. Até até por dentro. Não tem cabeleireiro nem esteticista que dê jeito. Além do mais, ela é BOBA!
Até por causa do amiguinho dela eu deixei de seguir a Manuela d’Ávila no Facebook:
http://www.facebook.com/manueladavila?v=wall&story_fbid=114550945243691
Enfim, se eu votasse no Brasil, eu não votaria NO LU…
Votaria NU-LO!
Votem NU-LO!
A propósito:
sacrificar o próprio bem estar –> bem-estar
existem um interesse –> existe um interesse
grandes potencias –> grandes potências
tche –> tchê
onde eu quero chegar –> aonde eu quero chegar
nucleo histórico –> núcleo histórico
De veradade –> De verdade
pela China, Rússia e Estados Unidos –> pela China, pela Rússia e pelos Estados Unidos
Cansei! (zZz)
Cadê o horário nos comentários?
sao 23h32 na italia.
sao = São
italia = Itália
adeos (= adeus, naturalmente)
Fabs,
acho que amanhã respondo teu comment. (aqui, eu = acabado).
só uma dica, por enquanto: tu nunca vai entender o totalitarismo – que é a aniquilação total de todos os valores e medidas e tradições – com os valores e tradições que estás utilizando. retórica é uma coisa, aristotélica, ocidental; ideologia totalitária é outra. (não que as duas não se coadunem, mas essa é outra questão). e tu SEPARAS a “retórica” (que é ideologia, no sentido da Arendt) da “mentalidade de grupo”. as duas são ontologicamente ligadas. com essa frase – “Parecida com a que faz um soldado sacrificar o próprio bem estar pelo bem estar de um grupo. É míope? Pode ser. Mas é mais complexo que “virgens”, por deus. Não posso acreditar que é só isso, sinto muito.” – dá pra ver que tu não entende xongas do que acontece com os muslims. (bem-estar??? toda a sociedade, a “cultura”, os vizinhos, TUDO, leva essas criaturas, desde que NASCEM, a matar-se. a MORTE – deles e do máximo de kuffar, especialmente judeus – é o valor mais alto, chegando quase a ser o UNICO valor).
[eu não sei xongas de, sei lá, Levinas, Agostinho, Scotus, etc. não leva a mal – se é que é possível – a minha afirmação de que não sabes xongas etc. mas é PATENTE que não sabes. “Não posso acreditar que é só isso”. explica um Heidegger nazi com essa frase. I dare ya. I double dare ya motherfucker. explica não um gênio – porque afinal o filhodaputa era um gênio, ainda que não tenha deixado um legado tão genial quanto outros, exatamente por suas escolhas – mas 98% dos nazistas. explica um Eichmann com essa frase. É sÓ isso, porra. é MENOS que isso. é a barbárie mais tosca, e ninguém vê.
a propósito, em 10 anos não haverá álcool disponível pra kuffar. mas me cobrem mesmo assim.
Marlon, tá tudo bem?
Vou esperar o teu comentário amanhã, oká?
Só uma coisa: o chefe disse que se eu falasse em filósofo por aqui ele me capava. Não sei se serve para ti também. Mas fica o aviso e tal.
tá tudo bem. (aparentemente o combo café em doses industriais cewa sono resulta em comments toscos como esse. sorry pelo “motherfucker” – acho que escrevi “I dare ya” e saiu a frase de Pulp Fiction inteira).
vou escrever um comment decente e te mando por e-mail.
== EoAnc frvr ==
Carmencita claramente querendo o cargo de OMBUDSMAN (ombudswoman?).
Não conseguirá.
_____
E, tchês, essa guerra entre GRÉCIA E TAHILANDIA, heinhô?
_____
Agora, FLAUTA: MENINOS DA VILA > MUNDO açlskdhgçaslkdhgça
ombudsKVINNA
Kvinna é mulher em sueco e provavelmente em outras línguas escandinavas.
E é dessa palavra que se originou QUEEN.
Ver “word history”: http://www.answers.com/topic/queen
Enfim, eu sou a RAINHA!
E morram de inveja!
Ironicamente, os cinco muçulmanos JUNTOS que eu conheço são muito menos radicais que o Marlon sozinho.